segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Equilíbrio


A agressividade necessária pra viver é natural/mente culpada pelos dez-encontros, pelo sofrimentumano (me foi permitido sonhar, então sonho, me foi permitido permitir, então me permito ser redundante, previsível, pesado, dens... super interessante? sim-sou) e, pela vontade de ir pru céu cedo ou tarde chegar em casa num dia de chuva chorar lágrimas de cafeína, pretazazeitonas, tomar banho quente colo de mãe de leite canela sebo nelas passo por cima de mim pra brilhar!, autoflagelo de luz negativa e machista (saio voando da frase...) é a língua portuguesa sem cerejas. Sem certezas. Me pego despregado neste ponto. Pois, é quando tento ser mais, ou imagino ser menos, do que sou, que, imediatamente deixo de ser Deus.

Ariel Pádua



Não sei se corro junto ao leopardo
Não sei se aceito a dança
Do carrossel

Vanessa Cornélio

2 comentários:

pedro de sá disse...

ia dizendo que gosto do teu nome de anjo tem até uma lua em urano chamada ariel e que lembro do apartamento e teus discos que ele roubou, ficaram comigo....

ah, e que as poesias sao boas e o blog é bonito =]

Bibiana Garrido disse...

Ah, não sei o que dizer. Angustiante, eu acho.