quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Uma pureza que São Paulo não tem mais

Trem das Onze

Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã

E além disso mulher
Tem outra coisa
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar

Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar

Adoniran Barbosa

2 comentários:

Filipe disse...

Boa :D
Viva a malandragem!

Anônimo disse...

É VERDADE ONDE ESTÃO OS CURTOS PRAZERES?
SINTO MUITO...(QUAL MESMO SEU NOME?)
MORO... (ACHO QUE BEBI DEMAIS...ONDE É MESMO QUE EU MORO)
PODE CHAAMR UM TAXI PRA MIM...AH TOSEM NENHUM AQUI PODE PAGAR DEPOIS EU ACERTO.
E ALÉM DISSO, MINHA MÃE TOMA REMÉDIO PRA DORMIR E NÃO ACORDA TÃO CEDO.
MINHA CASA NÃO É MINHA, MEU CARRO FINANCIADO...ASSIMQUE FIZER OUTRO PROGRAMA ACERTO O TAXI EMPRESTADO.